terça-feira, 16 de agosto de 2011

Meus amigos


Vocês que estão não só pela divulgação que eu fiz quanto por interesse nas informações presente neste blog, por favor, comentem, deem sua opinião, estamos abertos a ideias ate porque ele foi feito pra você que busca noticia ou tem alguma duvida a respeito da tecnologia.

Professora Obrigado!


Gostaríamos de agradecer nossa professora Luemy Avilar por nos permitir trabalhar com uma ideia mais divertida e madura que é cuidar de um blog, espero que fique contente com o nosso empenho e trabalho.

Ass: Gustavo , Iago e Lucas

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Câmara discute qualidade da telefonia e da internet móvel

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados vai discutir a qualidade da telefonia celular e da internet móvel – e os internautas podem encaminhar perguntas a serem apresentadas durante a reunião. 
Segundo o autor do pedido de audiência, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), o serviço de telefonia celular vem crescendo em ritmo acelerado no Brasil, mas esse crescimento não tem sido acompanhado de uma melhoria na qualidade do serviço.
“Constata-se uma progressiva perda de qualidade na prestação do serviço de telefonia no Brasil. Os serviços estão muito aquém das necessidades dos cidadãos, que não podem contar com um sistema confiável de acesso à internet por meio da tecnologia 3G”, reclama o parlamentar.
Segundo o deputado, os principais problemas constatados nos serviços móveis são a queda nas ligações e a baixa qualidade do sinal. Esses problemas seriam agravados em regiões afastadas e remotas. 
A audiência será realizada na próxima quarta-feira, 17/8, às 10 horas. Os internautas interessados podem enviar perguntas pelo email pergunte@camara.gov.br.
Foram convidados para o debate o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, o presidente do Idec, Vital Serrano, o coordenador-geral do Procon de Pernambuco, José Cavalcanti de Rangel Moreira, e o diretor-executivo do Sinditelebrasil, Eduardo Levy.
* Com informações da Agência Câmara
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27274&sid=8

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Dilma: Brasil precisa dar salto em ciência e tecnologia

Ao lançar o programa Ciência sem Fronteiras, a presidente Dilma Rousseff disse hoje que o foco do governo na educação será na área de ciências exatas. Em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Dilma afirmou que a meta não é diminuir a atenção na formação de profissionais na área de humanas, mas dar um salto especialmente na formação de engenheiros. "O Brasil precisa dar um salto em inovação, ciência e tecnologia", disse.
Antes do discurso, a presidente ouviu conselheiros reclamarem que o programa Ciência sem Fronteiras, que pretende conceder 75 mil bolsas para brasileiros estudantes e pesquisadores em universidades no exterior, excluirá jovens das camadas mais pobres, que não têm acesso a curso de línguas e uma boa formação secundarista.
Dilma disse que o mérito será o critério determinante e que esse critério não exclui camadas mais humildes. Ela afirmou que programas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) beneficiam hoje um público de 124 mil estudantes pobres e estes alunos terão condições no critério do mérito de obter bolsas no exterior.
A presidente observou que o crescimento econômico nos últimos oito anos criou gargalos na área de infraestrutura e hoje profissionais de engenharia e mesmo de ciências biológicas estão em falta no mercado de trabalho. "Hoje, nós não precisamos apenas de engenheiros nas tesourarias dos bancos, mas para fazer projetos, trabalhar na infraestrutura e na área de pesquisa."
Dilma disse que o programa Ciência sem Fronteiras não pretende formar "automaticamente" pesquisadores. "Não pretendemos formar 75 mil cientistas individuais ou 75 mil Einsteins, mas a base do pensamento do País. Que estes estudantes voltem e transformem com sua capacidade e com sua formação o conhecimento e a inovação do País."

Decisão sobre caças pode sair este ano, diz Marco Aurélio Garcia

BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil pode concluir até o final deste ano o processo de escolha de um novo caça para a Força Aérea Brasileira e começar a negociar o contrato com o escolhido em 2012.
O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse nesta segunda-feira não acreditar em novos adiamentos no processo, iniciado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em conversa com jornalistas após a posse de Celso Amorim como ministro da Defesa, Garcia avaliou ser "possível" que a presidente Dilma Rousseff tome uma decisão "até o final do ano" sobre os caças.
Essa é uma decisão muito aguardada pelos três concorrentes --a francesa Dassault, fabricante do Rafale; a norte-americana Boeing, que produz o F-18 Super Hornet; e a sueca Saab, que fabrica o Gripen NG.
No começo do ano, os Estados Unidos reforçaram seu lobby depois que Dilma decidiu adiar a decisão sobre a aquisição dos jatos e senadores daquele país se reuniram com Dilma para demonstrar que os norte-americanos estavam dispostos a aceitar as condições de transferência de tecnologia exigidas pelo Brasil.
O presidente dos EUA, Barack Obama, também reforçou essa posição sobre a transferência de tecnologia, considerado o ponto fraco da proposta norte-americana, ao visitar o Brasil em março.
Durante o governo Lula, o Rafale era visto como favorito para fornecer os caças à FAB e o ex-presidente chegou a assinar uma carta de intenções com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Na avaliação de Garcia, um novo adiamento da definição sobre essa questão coloca o Brasil com "risco de apagão" no setor de defesa.
Apesar da expectativa de Garcia, o Ministério da Defesa foi um dos que mais perderam capacidade de investimento neste ano por causa do ajuste orçamentário de 50 bilhões de reais promovido pela presidente. A pasta perdeu cerca de 4,2 bilhões de reais do seu orçamento original.
Uma das primeiras tarefas de Amorim à frente do ministério será justamente definir quais programas serão mais afetados pela restrição orçamentária.
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE7770NX20110808

Tecnologia da Índia para o Brasil

Conhecer a Índia pode ser uma experiência inesquecível. É o que revelam as fotos de viagem feitas por David Cordeiro, diretor industrial de A Cidade, sobre o povo, a religiosidade e as tradições do país de mais de um bilhão de habitantes.
Ao mesmo tempo em que cada estado tem sua própria expressão, na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente ligado ao sentimento de amor à sua nação e orgulho de sua civilização ancestral.
Para David Cordeiro, foi uma passagem marcante, em cidades como Mumbai, Kohlapur, Delhi e Agra. "Cinco dias de viagem foi o suficiente para sentir um pouco do que é viver num país onde a crença é muito forte. A impressão que se tem ao conhecer a Índia é de um lugar puro, onde as pessoas respeitam a natureza, o próximo e acreditam na humanidade", diz.
Alta tecnologia
Com representantes industriais de 24 jornais de várias partes do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Bahia e Mato Grosso do Sul, Cordeiro viajou a convite da Manugraph, fabricante de rotativas para jornais e referência no mercado, e de seu representante na América Latina, Feerrostaal.
Lá, os brasileiros conheceram as instalações da fábrica com todas as novas tecnologias. "No caso do A Cidade, a viagem também serviu para acertos finais da negociação da expansão do parque gráfico que está prevista para o início de 2012", afirma, lembrando que a rotativa do A Cidade também é da Manugraph.
Os jornais da Índia impressionam. Em seis anos, o país teve um crescimento de 40% em títulos de jornais, chegando a 2.700 títulos, que é um número maior do que EUA e China juntos. A tiragem de alguns jornais chega a números impressionantes, como os do "The Times Of India", com 2,13 milhões de exemplares.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Mais sobre a Tecnologia

O Brasil tem hoje uma organização bem desenvolvida da ciência e da tecnologia.


A pesquisa básica é realizada pela maior parte em universidades, centros e institutos públicos de pesquisa, e em alguma em instituições particulares, particularmente em ONGs. Os agradecimentos aos regulamentos governamentais e os incentivos, de qualquer forma, desde os anos 1990 têm crescido também nas universidades e nas companhias particulares. Consequentemente, mais de 90% dos financiamentos para a pesquisa básica vem das fontes governamentais.
A pesquisa, a tecnologia e a engenharia aplicadas são realizadas também pela maior parte nas universidades e nos sistemas dos centros de pesquisa, em contra-partida, mais países desenvolvidos tais como os Estados Unidos, a Coreia do Sul, a Alemanha, o Japão, etc. As razões são muitas, mas principais são:
  • Poucas companhias particulares brasileiras são competitivas e bastantes ricas para ter seu próprio R&D&I, desenvolvem geralmente produtos por meio de transferência de tecnologia de outras companhias, as geralmente estrangeiras;
  • O setor privado altamente tecnológico no Brasil é dominado pelas grandes companhias multinacionais, que têm geralmente seus centros de R&D&I no ultramar, e, com algumas exceções, não investem em suas filiais brasileiras.
Entretanto, há uma tendência significativa que inverte esta agora. As companhias tais como Motorola, Samsung, Nokia e IBM estabeleceram centros grandes de R&D&I no Brasil, começando com IBM, que tinham estabelecido um centro de pesquisa IBM no Brasil desde os anos 1970. Um dos fatores de incentivo para este, além do custo relativamente mais baixo, a sofisticação e as elevadas habilidades da força de trabalho técnica brasileira, foi a chamada de lei da Informática ou da Ciência da Informação, que dispensa de determinados impostos até 5% do rendimento bruto da elevação - companhias de manufatura da tecnologia nos campos das telecomunicações, dos computadores, da eletrônica digital, etc. A lei atraiu anualmente mais de 1.5 bilhão dólares do investimento em companhias multinacionais brasileiras de R&D&I. Descobriram também que alguns produtos e tecnologias projetados e desenvolvidos por brasileiros têm um competitividade agradável e estão apreciados por outros países, tais como automóveis, avião, software, fibras ópticas, dispositivos elétricos, e assim por diante.
Durante os anos 1980, o Brasil perseguiu uma política do protecionismo na computação. As companhias e as administrações foram obrigadas a usarem o software e a ferragem brasileiras, com o assunto das importações à autorização governamental. Isto incentivaram o crescimento de companhias brasileiras mas, apesar de seu desenvolvimento dos produtos como MSX clones, clones de consoles da Nintendo e o SOX Unix, os consumidores brasileiros de computação eram prejudicados por causa da pouca oferta comparada aos concorrentes estrangeiros. O governo pouco a pouco foi autorizando mais e mais importações até as barreiras serem removidas. As indústrias brasileiras IT conseguiram algumas façanhas notáveis, particularmente na área de software. Em 2002, Brasil encenou a primeira eleição 100% eletrônica do mundo com 90% dos resultados obtidos dentro de 2 horas. O sistema é servido, particularmente, a um país com taxas relativamente elevadas de analfabetismo desde que pisca acima de uma fotografia do candidato antes que um voto esteja confirmado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente (2005) lançou o "computador pessoal" para promover o inclusão digital, com as finanças de governo disponíveis e uma configuração mínima fixa. Rejeitando o sistema operacional da Microsoft (Windows XP Starter Edition), está sendo enviado com um sistema brasileiro configurado de Linux que oferece funções básicas tais como processar texto e navegar pela Internet. Um projeto para fazer acesso livre e barato à Internet não saíram ainda do papel.

A Tecnologia das escolas do Brasil

"Lanhouses" em escolas municipais. Essa é a ideia da Prefeitura Municipal de Campo Grande ao lançar 26 telecentros em comunidades carentes da Capital e da região. O projeto faz parte do programa Campo Grande Digital, que procura atender às crianças e população próxima aos centros com acesso à internet para pesquisas e entretenimento.
A torre instalada na Associação dos Produtores Rurais de Rochedinho no último dia 2, por exemplo, recebe sinal da Rede Municipal de Alta Velocidade para acesso à internet e serviço VoIP de comunicação.
Em parceria com o Governo Federal, o projeto prevê cursos de capacitação e informática, também gratuitos, além de acesso a sites de entretenimento como YouTube, Orkut, Twitter e Facebook.
A Escola Municipal Dorothesy Novaes Caminha fica a 27 quilômetros de Campo Grande. Otelecentro será inaugurado hoje (4) às 14h, mas já funciona há um ano e a diretora Osmarina Souza Aragão sente a diferença do ensino com a implantação da rede.
“A gora eu fico tranquila em relação ao ensino das crianças, porque não é preciso mais o aluno se deslocar daqui até Campo Grande. Eles podem acompanhar o ensino pela internet e fazer pesquisas daqui mesmo”, explica.
A escola atende cerca de 400 crianças e mais de 90 pais de alunos participam dos cursos de informática aos finais de semana. “Quando qualquer pessoa aqui da região precisa fazer pesquisa, é só pedir que a gente abre as portas da escola para atender, essa é a nossa função”.

tecnologia no Brasil

A tecnologia é, de uma forma geral, o encontro entre ciência e engenharia. Sendo um termo que inclui desde as ferramentas e processos simples, tais como uma colher de madeira e a fermentação da uva, até as ferramentas e processos mais complexos já criados pelo ser humano, tal como a Estação Espacial Internacional e a dessalinização da água do mar. Freqüentemente, a tecnologia entra em conflito com algumas preocupações naturais de nossa sociedade, como o desemprego, a poluição e outras muitas questões ecológicas, filosóficas e sociológicas.
 A tecnologia sempre estiveram muito próximas uma da outra. Geralmente, a ciência é o estudo da natureza rigorosamente de acordo com o método científico. A tecnologia, por sua vez, é a aplicação de tal conhecimento científico para conseguir um resultado prático. Como exemplo, a ciência pôde estudar o fluxo dos elétrons em uma corrente elétrica. Este conhecimento foi e continua sendo usado para a fabricação de produtos eletrônicos, tais como semicondutores, computadores e outros produtos de alta tecnologia.
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